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Denuncia PMERJ. E, no Piaui é diferente?

segunda-feira, agosto 18th, 2008

Já ‘falei’ neste blog da admiração que temos pelos companheiros da PM do Rio de Janeiro e da PM de Sao Paulo. Acreditem. Nós nos espelhamos em vocês. Não é demagogia nao. Admiramos a inteligencia, a coragem a resistencia, e, isso tentamos fazer por aqui.

Essas coisas de promoções ‘duvidosas’, infelizmente, acontece por aqui também, só que não é divulgado. Logo porque o governo tem muita força perante os meios de comunicação. E, assim vai… Mas, já falamos aqui no blog em historinhas de alguns individuos…

Agora, gostaria de chamar atenção dos companheiros, principalmente do meu Piaui, que leiam e meditem bastante esses dois artigos do blog dos Praças da PMERJ.

Graças a “DEUS” as portas vão se abrir. Muito obrigado!!!!!!!

Copiado de uma postagem sensata e verdadeira. Espero que alguem da ALERJ, venha a tomar ciência deste texto, vai ajudar muito no dia 20 próximo.

Relatório denuncia situação da PMERJ
Um relatório divulgado EM AGOSTO DE 2003 por integrantes da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro denuncia situações autoritárias dentro dos quartéis e diversos problemas que a instituição apresenta. A principal crítica é contra a maior parte dos oficiais, que estariam abusando dos PMs (praças) devido à posição hierárquica e humilhando seus subordinados.
Lúcido, o documento é extremamente esclarecedor e traz propostas concretas para que o quadro da Polícia Militar seja substancialmente modificado. Por razões de segurança, o relatório não foi assinado. No entanto, apresenta argumentos sólidos que, independentemente de sua origem, dão consistência às teses levantadas. A revista Consciência.Net tem fontes seguras de que o documento foi elaborado por um policial militar, o que é perceptível no texto, sendo recebido durante um seminário ocorrido em agosto de 2003 no Estado do Rio de Janeiro. LEIA NA INTEGRA.

E MAIS…

DUAS POLICIAS MILITARES, DOIS TRATAMENTOS DISTINTOS NA MESMA INSTITUIÇÃO(Blog pracasdapmerj)

“A ESCOLHA DOS PROMOVIDOS A CORONÉIS NA POLÍCIA MILITAR É FEITA POR UMA COMISSÃO COMPOSTA POR CINCO INTEGRANTES. ENTRE OS MEMBROS EFETIVOS ESTÃO O COMANDANTE GERAL CEL PITTA E O CHEFE DO ESTADO MAIOR CEL DAVID.
O DEPUTADO FLÁVIO BOLSONARO (COMISSÃO DE SEGURANÇA DA ALERJ)
” ESSES CASOS MOSTRAM QUE EXISTEM DUAS POLÍCIAS. UM PRAÇA ESTARIA EXCLUÍDO SE TIVESSE ALGUMA SUSPEITA COMO ESSA NO CURRÍCULUM. JÁ UM OFICIAL GANHA PROMOÇÃO”
[Fonte: Blog Coturno Carioca ]

O que está faltando pra nós Policiais Militares do Piaui? Pesquise, e veja a luta das outras Policiais Militares: PM de Tocantins, PM de Migas Gerais, PM de Alagoas, PM de Sao Paulo, PM do Rio de Janeiro, PM de Roraima e suas corajosas esposas, enfim… será que os Policiais Militares do Piaui são medrosos? Ou vivem num mar de rosas? Vão se os aneis ficam os dedos!

Carta ao Povo do Rio de Janeiro - Coroneis Barbonos

quinta-feira, julho 31st, 2008
Recebemos um e-mail e estamos publicando seu conteúdo em apoio aos Policiais Militares do Rio de Janeiro. Somos solidários aos companheiros da PMERJ. Ao mesmo tempo digo: “…ahhh… se o nossos coroneis piauienses tivessem a mesma coragem..”

“CORONÉIS BARBONOS”

Causa debet praecedere effectum.
(Não há efeito sem causa)

AO POVO DO RIO DE JANEIRO:

Cerca de um ano atrás, com a finalidade de resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional dos integrantes da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, bem como reduzir dificuldades na área de segurança pública mediante propostas de ações governamentais, um grupo de integrantes da Polícia Militar do último posto da Corporação, denominados “Coronéis Barbonos”, travejado na experiência profissional adquirida ao longo de mais de trinta anos de serviço, elaborou manifesto denominado “Pro lege vigilanda” (Para a vigilância da lei) de cunho estritamente institucional, contendo as principais e urgentes necessidades da Corporação e de seus Componentes.
O documento discorria sobre doze tópicos, consolidados nos princípios de valorização do servidor público policial militar, profissionalização, racionalização de recursos e fortalecimento institucional, todos exeqüíveis e extremamente essenciais para a implementação de um projeto de segurança pública concreto e viável, tanto que, alçado à análise do Chefe do Executivo Estadual, teve pronto assentimento, por entender que por aquelas doze proposições passava a recuperação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, órgão responsável pela polícia administrativa da ordem pública no ordenamento constitucional e infraconstitucional vigentes.
Naquele instante já alertávamos para o fato de que a funcionalidade e operacionalidade do sistema policial, sempre jogadas para um plano secundário, achavam-se agonizantes; que os estertores de uma Corporação subjugada e sem brio se faria ouvir na sociedade, preliminarmente levando às comunidades carentes o terror de uma política de segurança sem os requisitos mínimos de inteligência e alicerçada unicamente no belicismo descabido, posteriormente impondo às demais camadas da sociedade o medo, a desconfiança e o luto pelos muitos filhos sacrificados em razão do despreparo e da pressão funcional e emocional a que são submetidos os profissionais de segurança.

Urgia uma radical mudança de postura na condução da política de segurança pública, pois é fato que a que hoje está em prática, a qual já se arrasta por muitos anos e desgovernos não atende aos anseios da população, tampouco traduz as aspirações da sofrida família policial-militar, ao menos a majoritária parcela de abnegados preocupados em servir e proteger, já que além de nossas reputações maculadas pela desconfiança da população e pelo contínuo achincalhamento promovido pelos meios de comunicação - não sem razão, admita-se – também nos vemos vítimas e reféns do atual estado de barbárie em que vivemos.

Estamos certos de que, ao contrário do que indica a desconstrução da imagem institucional mediante a série de gravosos e lamentáveis fatos envolvendo policiais-militares com toda sorte de crimes, ainda não chegamos ao fundo do poço, mas tal não tardará, pois quando o cidadão deixa de ter o Estado como seu protetor e passa a vê-lo como algoz, quando a desconfiança impera, quando os agentes da lei sentem-se sem credibilidade e incapazes de mudar o estado de coisas que os afligem, as conseqüências tendem a revelar um quadro de completo caos social, que somente o desprendimento de um governo inteiramente voltado para a coisa pública e avesso a picuinhas e jogadas de bastidores daqueles que querem prolongar o statu quo pode reverter.

Quando de nosso manifesto, fomos afastados e defenestrados da Corporação, como se nosso posicionamento fosse contrário ao interesse social e institucional, mas tal injustiça não esmoreceu nossa crença de que é preciso mudar radicalmente alguns conceitos, que as proposições por nós outrora firmadas são essenciais para a retomada do caminho da ordem pública, bem como sabemos que determinadas medidas irão requerer tempo para que logrem seus objetivos, enquanto que outras terão efeito imediato; da mesma forma é certo que algumas exigirão um esforço contínuo do governo, mediante planejamento e previsões orçamentárias, já outras se realizarão mediante simples ato do executivo, entretanto, todas necessitam de uma ação única e imediata, para que não se perca mais tempo.

Esclareça-se que sempre estivemos e estamos à disposição do Estado do Rio de Janeiro e de sua população, colocando nossa larga experiência a seu serviço.
Nosso manifesto, longe de configurar um ato de rebeldia ou de insubordinação, foi um grito de alerta e teve o caráter de rever conceitos defasados e garantir melhor contraprestação de serviços para o povo fluminense, o que é nossa missão.

Não podíamos ser subservientes e estéreis, pois nunca agimos assim ao longo dos nossos mais de trinta anos de carreira policial-militar.
O quadro atual demonstra que não estávamos errados.

HILDEBRANDO QUINTAS ESTEVES FERREIRA
CORONEL DE POLÍCIA

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA

LEONARDO PASSOS MOREIRA
CORONEL DE POLÍCIA

FRANCISCO CARLOS VIVAS
CORONEL DE POLÍCIA

RONALDO ANTÔNIO DE MENEZES
CORONEL DE POLÍCIA


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