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Lutar por direitos agora é motim?

segunda-feira, dezembro 29th, 2008

O comandante da Polícia Militar (PM), coronel Eliésio Rodrigues, afirmou que fará tudo o que estiver ao seu alcance para garantir a punição de todos os envolvidos com o motim que deixou a corporação em crise na última semana. O movimento terminou no sábado, depois de seis dias. Eliésio justificou que os pilares da instituição – hierarquia e disciplina – foram afrontados e negou que o movimento teve a participação somente das mulheres. Ao longo da semana, segundo ele, os praças tomaram as rédeas. Um manifestante foi fotografado fardado em Florianópolis. O diretor de imprensa da Secretaria de Comunicação do governo estadual, José Gayoso, disse que as punições serão avaliadas no futuro, mas ressaltou que não há sentimento de livrar os manifestantes. Oficiais temem que haja anistia dos envolvidos. O maior temor entre os oficiais é de anistia aos integrantes da Associação de Praças de Santa Catarina (Aprasc) que participaram do movimento sob o argumento de que, se isso ocorrer, a hierarquia e a disciplina ficariam mais comprometidas. Para evitar a impunidade, o comando da corporação tomou medidas logo no primeiro dia de protestos. Relatórios da Agência de Inteligência de todas as unidades fechadas foram enviados ao coronel Eliésio durante o motim. O comandante declarou que os casos serão avaliados de maneira individual a partir de hoje. Se comprovada transgressão disciplinar, a punição será advertência verbal ou prisão. Se houver indícios de crime militar, o processo será encaminhado para a Justiça Militar. Para os responsáveis por quartéis em Santa Catarina, impedir animosidade entre oficiais e praças (soldados, cabos, sargentos e subtenentes) é tão importante quanto garantir a punição aos envolvidos. O temor é que se repita o que ocorreu em Minas Gerais, quando um episódio semelhante abalou a PM daquele Estado e causou quebra de respeito mútuo entre superiores e comandados. O coronel Eliésio disse estar consciente de que haverá resquícios do motim porque houve quebra de confiança e ofensas. Mensagens agressivas contra superiores foram postadas no blog da Aprasc. O comandante da PM declarou que, durante o final de semana, conversou com os responsáveis pelos batalhões catarinenses e pediu serenidade e calma para evitar hostilidades. As mesmas orientações foram repassadas durante a semana de motim para impedir confronto entre manifestantes e oficiais. Aprasc diz que vai recorrer a entidadesO porta-voz da Aprasc, sargento Edson Fortuna, disse que vai procurar sindicato, sociedades civis e dos direitos humanos para intermediar negociações e impedir punições aos participantes do movimento. No entanto, ele declarou que a categoria sabia das conseqüências da atitude que, inclusive, está prevista em lei. O sargento declarou que, apesar da desocupação dos quartéis e das punições anunciadas, vai manter a organização até a implantação da Lei 254. Mas Fortuna afirmou que não há expectativa de atitudes extremas até a reunião com a cúpula da segurança pública, em 7 de janeiro. Fortuna também reclamou dos métodos usados pelo governo estadual. Ele citou a ação da Procuradoria Geral do Estado (PGE), que retirou o site da Aprasc do ar por três meses. Também falou de um pedido para dissolver a entidade. O sargento declarou que nem nos tempo da ditadura havia reação contra direitos de expressão tão forte e desproporcional. De acordo com o porta-voz, a Justiça negou o pedido da PGE. A assessoria de imprensa da procuradoria informou que a decisão não foi tomada. Sobre a multa de R$ 90 mil por dia a partir de sexta-feira, a categoria entende que deve R$ 60 mil. O porta-voz garantiu que usará todos os meios legais para reverter a decisão e para reabrir o site da Aprasc. felipe.pereira@diario.com.br


Comentario: No Brasil sempre foi assim. A expressão quem não chora nao mama também cabe na vida militar. E, cá pra nós…: Militarismo em segurança pública é uma merda! Ou o servidor é militar ou é policial! Regulamentos que dão mais poder pro comandante que o próprio presidente da república. Como punir o homem porque ele reivindicou melhorias salarias, condiçoes de trabalho? Na história da segurança pública no Brasil temos inumeros episódios parecidos. Força aos companheiros!!! Torcemos por vocês.. porque, um dia seremos nós!

Jornal A TARDE

sexta-feira, setembro 26th, 2008

Sargento denuncia abuso de poder

Jornal A TARDE

Acusado de porte ilegal de arma e de desacato, o sargento José Carlos Inocêncio, 48 anos, há 31 na Polícia Militar, foi preso ontem à noite e enviado para o Batalhão de Choque após ser apresentado na Corregedoria da PM pelo tenente Lima. O motivo, segundo o sargento Marcos Prisco, presidente da Associação dos Profissionais de Polícia e Bombeiros Militares do Estado da Bahia (Aspol), seria perseguição pessoal movida pelo oficial contra o sargento, que vinha sendo destacado para trabalhar sozinho em locais isolados e perigosos, como o módulo de São Marcos e a Cesta do Povo em Pau da Lima. “As arbitrariedades e o assédio moral são práticas comuns na corporação”, lamentou o sindicalista. O capitão Claudinei, oficial de custódia da Corregedoria, informou que apenas o corregedor pode falar sobre a prisão do sargento.

Mais uma do Sargento Lago…

quarta-feira, setembro 10th, 2008

Olha o que encontrei…Sargento Lago… Assista com atenção…

A história que ele conta neste video é simplesmente a realidade. Companheiro, acredite na sinceridade deste ’soldado’. Admiro muito o seu trabalho.

Policiais Presos (via e-mail)

segunda-feira, setembro 1st, 2008

Policiais presos quando tentavam fechar um bar (Diário do Nordeste)

Angústia e revolta: Guiomar Alves da Silva, mãe do soldado Randal, passou a manhã de ontem na frente do quartel do 5º Batalhão da Polícia Militar, no Centro (Foto: Miguel Portela)

Soldados do Ronda foram detidos por oficiais quando atendiam à ocorrência de perturbação do sossego alheio

Dois policiais militares do Ronda do Quarteirão estão detidos, desde a madrugada de ontem, no quartel do 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), no Centro da Capital. Eles foram recolhidos à unidade sob a alegação de insubordinação a oficiais superiores.

Os soldados Róbson Randal Damasceno e Cristiano Silva de Castro Sabóia, ambos de 28 anos, acabaram punidos por disciplina, após atenderem a uma ocorrência num bar localizado no cruzamento das ruas Minas Gerais e Plutão, no bairro Jóquei Clube.

Eles foram ao local a pedido de moradores da área, que reclamavam do som alto no bar. Diante da promessa do proprietário de baixar o som, os policiais se retiraram. Contudo, retornaram logo depois, sob novo chamado, já que o som permanecia alto no local.

Os PMs observaram que o estabelecimento estava ainda com alvará de funcionamento vencido e determinaram o fechamento imediato. Nesse momento, teriam surgido dois majores da PM, identificados como ´Júlio César´ e ´Passos´, que bebiam no bar.

´Visivelmente alterados pelo consumo de bebida, eles xingaram os soldados por quererem fechar o bar e depois ainda conseguiram que Randal e Castro fossem detidos por insubordinação´, conta a mãe do soldado Randal, Guiomar Alves da Silva, revoltada com a situação.

´Ele me contou essa história e eu não acreditei. Meu filho e o colega de farda estavam tentando cumprir o seu dever, a pedido da população, e acabaram presos por ordem de oficiais superiores que estavam no bar, de folga, bebendo, à paisana. Isso é abuso de autoridade´, denuncia. Na versão de Guiomar, os oficiais teriam ´desdenhado´ dos soldados e do Ronda do Quarteirão, qualificando o programa de ´invenção tola´. Segundo ela, os soldados deverão ser punidos com 50 dias de detenção no 5º BPM.

O Diário do Nordeste tentou ouvir o Comando Geral da PM e a Assessoria de Imprensa da Corporação, mas os celulares do tenente-coronel Marcus Costa e da assessora de Imprensa, Kérsia Porto, permaneceram desligados até o início da tarde de ontem. O coronel Willian Rocha, comandante-geral, foi procurado na sede do QCG, mas não estava. O comandante do CPC, coronel Sérgio Costa, não sabia do fato.

FERNANDO BRITO
Especial para Polícia

Amigos. Ainda bem que existe a internet para denunciarmos essas coisas. Somos solidários com os companheiros cearenses. Não temos outro conselho a dar se não sugerir aos amigos que FAÇAM CORPO MOLE.  Deixem que o indice de criminalidade aumente. O Praça tem VALOR. VAMOS DENUNCIAR. (soldadopi) INFELIZMENTE, isso não é exclusividade dos PMs do Ceará. Força, amigos! Coragem! Enfrentem esses CARAS.

Repercute Artigo do Blog

sábado, agosto 30th, 2008

Artigo copiado do blog Avante Brasil Assunto de Praça e postado aqui no Liberdade de Expressão repercutiu também no Blog Ribamar Aragao (ribamararagao). Trata-se do artigo que fala dos Quarteis da Policia Militar, principalmente do 2º BPM em Parnaíba - Quarteis Abandonados.

Na verdade, o que se vê em Parnaiba é que a imprensa local faz de conta que não ver certas coisas. Não se sabe se é por causa que o Governo para carissimas propagandas… Sei lá. Mas, de qualquer maneira agradecemos ao blogueiro Ribamar Aragão por nos ajudar a mostrar a realidade da Segurança Publica em Parnaiba. Que, diga-se de passagem, é um problema inteiramente POLÍTICO.

Carta ao Povo do Rio de Janeiro - Coroneis Barbonos

quinta-feira, julho 31st, 2008
Recebemos um e-mail e estamos publicando seu conteúdo em apoio aos Policiais Militares do Rio de Janeiro. Somos solidários aos companheiros da PMERJ. Ao mesmo tempo digo: “…ahhh… se o nossos coroneis piauienses tivessem a mesma coragem..”

“CORONÉIS BARBONOS”

Causa debet praecedere effectum.
(Não há efeito sem causa)

AO POVO DO RIO DE JANEIRO:

Cerca de um ano atrás, com a finalidade de resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional dos integrantes da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, bem como reduzir dificuldades na área de segurança pública mediante propostas de ações governamentais, um grupo de integrantes da Polícia Militar do último posto da Corporação, denominados “Coronéis Barbonos”, travejado na experiência profissional adquirida ao longo de mais de trinta anos de serviço, elaborou manifesto denominado “Pro lege vigilanda” (Para a vigilância da lei) de cunho estritamente institucional, contendo as principais e urgentes necessidades da Corporação e de seus Componentes.
O documento discorria sobre doze tópicos, consolidados nos princípios de valorização do servidor público policial militar, profissionalização, racionalização de recursos e fortalecimento institucional, todos exeqüíveis e extremamente essenciais para a implementação de um projeto de segurança pública concreto e viável, tanto que, alçado à análise do Chefe do Executivo Estadual, teve pronto assentimento, por entender que por aquelas doze proposições passava a recuperação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, órgão responsável pela polícia administrativa da ordem pública no ordenamento constitucional e infraconstitucional vigentes.
Naquele instante já alertávamos para o fato de que a funcionalidade e operacionalidade do sistema policial, sempre jogadas para um plano secundário, achavam-se agonizantes; que os estertores de uma Corporação subjugada e sem brio se faria ouvir na sociedade, preliminarmente levando às comunidades carentes o terror de uma política de segurança sem os requisitos mínimos de inteligência e alicerçada unicamente no belicismo descabido, posteriormente impondo às demais camadas da sociedade o medo, a desconfiança e o luto pelos muitos filhos sacrificados em razão do despreparo e da pressão funcional e emocional a que são submetidos os profissionais de segurança.

Urgia uma radical mudança de postura na condução da política de segurança pública, pois é fato que a que hoje está em prática, a qual já se arrasta por muitos anos e desgovernos não atende aos anseios da população, tampouco traduz as aspirações da sofrida família policial-militar, ao menos a majoritária parcela de abnegados preocupados em servir e proteger, já que além de nossas reputações maculadas pela desconfiança da população e pelo contínuo achincalhamento promovido pelos meios de comunicação - não sem razão, admita-se – também nos vemos vítimas e reféns do atual estado de barbárie em que vivemos.

Estamos certos de que, ao contrário do que indica a desconstrução da imagem institucional mediante a série de gravosos e lamentáveis fatos envolvendo policiais-militares com toda sorte de crimes, ainda não chegamos ao fundo do poço, mas tal não tardará, pois quando o cidadão deixa de ter o Estado como seu protetor e passa a vê-lo como algoz, quando a desconfiança impera, quando os agentes da lei sentem-se sem credibilidade e incapazes de mudar o estado de coisas que os afligem, as conseqüências tendem a revelar um quadro de completo caos social, que somente o desprendimento de um governo inteiramente voltado para a coisa pública e avesso a picuinhas e jogadas de bastidores daqueles que querem prolongar o statu quo pode reverter.

Quando de nosso manifesto, fomos afastados e defenestrados da Corporação, como se nosso posicionamento fosse contrário ao interesse social e institucional, mas tal injustiça não esmoreceu nossa crença de que é preciso mudar radicalmente alguns conceitos, que as proposições por nós outrora firmadas são essenciais para a retomada do caminho da ordem pública, bem como sabemos que determinadas medidas irão requerer tempo para que logrem seus objetivos, enquanto que outras terão efeito imediato; da mesma forma é certo que algumas exigirão um esforço contínuo do governo, mediante planejamento e previsões orçamentárias, já outras se realizarão mediante simples ato do executivo, entretanto, todas necessitam de uma ação única e imediata, para que não se perca mais tempo.

Esclareça-se que sempre estivemos e estamos à disposição do Estado do Rio de Janeiro e de sua população, colocando nossa larga experiência a seu serviço.
Nosso manifesto, longe de configurar um ato de rebeldia ou de insubordinação, foi um grito de alerta e teve o caráter de rever conceitos defasados e garantir melhor contraprestação de serviços para o povo fluminense, o que é nossa missão.

Não podíamos ser subservientes e estéreis, pois nunca agimos assim ao longo dos nossos mais de trinta anos de carreira policial-militar.
O quadro atual demonstra que não estávamos errados.

HILDEBRANDO QUINTAS ESTEVES FERREIRA
CORONEL DE POLÍCIA

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA

LEONARDO PASSOS MOREIRA
CORONEL DE POLÍCIA

FRANCISCO CARLOS VIVAS
CORONEL DE POLÍCIA

RONALDO ANTÔNIO DE MENEZES
CORONEL DE POLÍCIA

Fim de Férias no Litoral Piauiense

quarta-feira, julho 30th, 2008

Traficantes invadem uma casa no bairro São Vicente de Paula, causam terror a família, quebram e roubam objetos.

O Grupo Tático em Parnaíba deteve um adolescente que agrediu uma família no bairro São Vicente de Paula, na rua G. O fato aconteceu por volta das 23h do último dia 25. “Nós Chegamos no 2º DP. E lá encontramos uma família desesperada, uma senhora de nome Fátima, com três crianças. E relatou que tinha sido expulsa de casa por dois traficantes” conta o capitão Amorim do Grupo Tático.

Em seguida a equipe foi até o local realizar a diligência. E na ocasião se deparou com um dos responsáveis pela agressão, um adolescente já conhecido pelo Tático. Este em fuga se refugiou em uma residência próxima. No entanto, foi feita a perseguição que culminou na apreensão tanto do acusado como de 305 gramas de maconha, uma televisão e um aparelho de vídeo game.

O jovem foi encaminhado para o Complexo do menor. “Nós o trouxemos por invasão a domicílio, dano material por ter quebrado objetos alheios, ameaça e roubo”, explica o Capitão. Como houve disparo, uso de arma de fogo, o Comando Tático saiu na empreitada para reter o outro conhecido por Carlinho Olhão, o traficante da área, responsável pela maconha. Mas este conseguiu fugir, pois teve tempo para isso. “Estavam os dois quando expulsaram a família de casa. E nós conseguiremos encerrar o caso” conclui. Fonte: Portal Costa Norte - Daniel Santos

Foram ao todo três quadrilhas desmembradas pela ação das polícias civil e militar no litoral do Estado.

De Timon, no Maranhão, vieram a Luís Correia (PI) 15 integrantes de um grupo que roubou celulares de vários modelos, roupas, produtos de beleza, higiene pessoal, calçados, aparelhos de DVD, e ainda foram encontradas 5 pedras, das grandes, de craque e 10 embalagens de maconha, popularmente conhecidas por “dólar”. A droga deveria ser distribuída ainda aqui no litoral, mas cinco integrantes foram presos, o que impediu a continuidade da ação das quadrilhas. Os capturados foram Charliane Alves Leite (Chan), Eliane Alves da Conceição, Rosimar Oliveira (Rosa), Lucinete Pereira de Sousa (Veinha) e Manoel Francisco dos Santos. Cearenses de Fortaleza atuaram como estelionatários falsificando recibos de abadás pras festas do litoral e previam distribuir dinheiro falsificado em notas de dez e cinqüenta reais. Os golpistas são os ainda fugitivos Fábio Alves, Pedro Sousa e Luís Mário, além do já aprisionado Francisco Alves da Silva. Eletroeletrônicos como receptores de antena parabólica, máquinas fotográficas, e mais celulares foram apreendidos no poder de dois parnaibanos, o Manoel Ferreira Barros Júnior, o Júnior Play, e João Monteiro de Oliveira Neto, o João Neto. Esses objetos já foram devidamente devolvidos aos legítimos proprietários. E as operações da polícia no litoral do Piauí devem continuar e ser intensificadas para que sejam presos os fugitivos das quadrilhas. Fonte: Portal Costa Norte - Romualdo Neves

Acusados de homicídio no Ceará fugiram em direção ao litoral do Piauí. Quatro viaturas estão na empreitada.

Dois indivíduos são procurados no litoral do Piauí. Estes são acusados de homicídio, ou seja, mataram uma pessoa no povoado Queimadas, no município de Granja – Ceará.

Hoje pela manhã, às 09h00min, o policiamento do Ceará solicitou reforço à delegacia de Luís Correia, pois os procurados estão na divisa do Piauí com Ceará. No momento da fuga os dois seguiram em direção ao Piauí. Cogita-se que estejam no Brejinho, município de Luís Correia.

Segundo o Delegado Mendes quatro viaturas estão na investigação. Os acusados se locomovem numa moto Honda CG 150, de cor prata, estão sem capacete e trajam jaqueta jeans. Fonte: Portal Costa Norte - Daniel Santos


Aqui neste BLOG já falamos do Bairro Sao Vicente de Paula (Parnaiba) onde familias pedem socorro todos os dias. Estão perdendo seus filhos para o tráfico. Na verdade são dois bairros bem próximos: o bairro Santa Luzia e São Vicente de Paula. As autoridades da área de segurança publica devem tomar atitudes severas e não paliativas, como vem fazendo. As policias devem se unir, cada uma na sua atribuição, e, fazendo a sua parte. Mais policiais nas ruas, abordando, fazendo revista em veiculos, saturando as áreas em que os traficantes atuam, investigando, fazendo inquéritos consistentes…


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