Veja e CRIE CORAGEM!!!
quinta-feira, 11 de março de 20102 comentários! » |
VALE A PENA!!!
Não… Não é preciso sair não. É preciso apenas criar coragem pra MUDAR!
Policiais Militares do Brasil vocês ainda não sabem da força que vocês têm!
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VALE A PENA!!!
Não… Não é preciso sair não. É preciso apenas criar coragem pra MUDAR!
Policiais Militares do Brasil vocês ainda não sabem da força que vocês têm!
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A anistia concedida pelo Presidente Lula, abrange os movimentos ocorridos entre o primeiro semestre de 1997 e a data de publicação da lei.
A anistia irá colocar de volta aos quadros das policias e bombeiros militares pessoas que se envolveram em lutas justas por melhorias salariais e de condições de trabalho, que devido ao anacronismo dos regulamentos castrenses, acabaram sendo expulsos.
Os crimes anistiados são os definidos no Código Penal Militar (Decreto-Lei 1001/67) e as infrações disciplinares conexas. O projeto não anistia os crimes definidos no Código Penal (Decreto-Lei 2848/40) e nas leis penais especiais.
Aqui no Rio Grande do Norte serão incorporados o Sargento Aurivan e o Soldado J. Lima, e cerca de 100 policiais terão seus processos de motim anistiados.
“É a ACS defendendo seu associado, não é conversa é ação”, Cabo Jeoás presidente da ACSPM-RN.
Fonte: blog do Cabo Heronides
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“Se eu trato meu policial como lixo, ele vai se comportar como lixo.”
Palavras do Coronel Mário Sério – Cmte Geral PM Rio de Janeiro – em reportagem para o “Blog REPORTER DE CRIME” (25/07/2009). Veja alguns trechos:
O Coronel Mário Sérgio, em entrevista explicando mudanças no Regimento Disciplinar
O Comandante-Geral da PM (Rio de Janeiro), coronel Mário Sérgio Duarte, tomou uma decisão que pode até não repercutir muito na sociedade, mas tem enorme importância no resgate da cidadania dos Policiais Militares do Rio, sobretudo os que não são oficiais graduados. Ele determinou uma revisão no sistema de punição disciplinar dos policiais, para evitar prisões administrativas por faltas leves. Com a mudança, um PM não vai mais preso pro quartel, se não marchar direito. Não sofrerá mais a pena da privação da liberdade se estiver mal arrumado, com a barba por fazer, os cabelos grandes, com o coturno mal engraxado ou por chegar atrasado ao serviço.
Muitas vezes o Regimento Disciplinar é uma armadilha contra a própria instituição porque deixa bons subalternos reféns de oficiais superiores que infelizmente nem sempre estão preocupados com o bem comum.
Veja o que diz o comandante da PM sobre o assunto:
“Se eu trato meu policial como lixo, ele vai se comportar como lixo”
Por Coronel Mário Sérgio, Comandante-Geral da PM, do Rio, em depoimento ao repórter Natanael Damasceno, do GLOBO*
Sei que vocês queriam uma resposta rápida, mas a coisa é muito mais profunda. O problema é que o Código Disciplinar, o Regulamento Disciplinar, está muito defasado de seu tempo. Foi aplicado no tempo passado, onde as questões de Justiça eram entendidas de tal maneira que tudo se resolvia pela prisão. Todas as formas de penalidade, ou quase todas, eram resolvidas pela prisão. E no Universo Militar as punições aconteciam da mesma forma. Ou as pessoas cometiam uma falta muito leve e eram repreendidas, ou, se cometiam uma falta um pouco mais pesada, não exatamente graves, deveriam ir para a prisão. É uma idéia antiga de que a punição tinha que se estender ao corpo. Que as pessoas não teriam condições de entender o valor moral de uma punição. Mas isso é algo totalmente ultrapassado nos dias de hoje.
(…)
Eu não estou dizendo que isso (a prisão administrativa) não vai acontecer quando houver necessidade de fazer determinada investigação especial. Mas o Comandante vai ter a obrigação de mandar alguém que lhe represente imediatamente ouvir o acusado, ouvir os acusadores, ouvir as testemunhas, colher todas as provas possíveis do que ele tá sendo acusado para mantê-lo preso. Senão não vai manter preso. Porque isso é arbitrário. Isso não acontece por exemplo na Polícia Civil. Somos militares para sermos arbitrários? Para andar na contramão da História? Nós estamos ainda em Beccaria. Nós estamos antes de Focault. Estamos antes das considerações de Beccaria, dos delitos e das penas. As pessoas, para entenderem o valor de uma penalização, não necessariamente têm que ter a pena estendida ao corpo.
(…)
O Regimento Disciplinar não é a Lei Penal. Hoje se usa essa grande muleta judicial. Se o PM foi acusado de homicídio, e se encontra em flagrante delito, ele tem que ser preso. Se não está em flagrante, deve se instaurar um inquérito. E quem está mais avalizado no inquérito para decidir se ele tem de ser preso ou não é o juiz. É o juiz que decide da prisão preventiva ou provisória. Mas sempre se usa a muleta porque é muito fácil. Qualquer coisa, prende o PM. Hoje se faz de uma forma muito covarde. Larga o cara na sexta-feira e segunda se vê qual é. Nos tempos modernos, seguindo as novas mentalidades do Direito, não pode ser aplicado nem ao PM. Agora ele poderá ser preso sim, mas não de forma covarde. Qual é o sentido disso? Por que só com o PM?
Não estou alterando o RDPM. Isso não é afrouxamento da Disciplina Militar, ao contrario, é trazer a PM ao ano de 2009.. Não é só na disciplina que está atrasada. É em Tecnologia da Informação. Na qualidade do serviço prestado à população. Mas não adianta trazer esses benefícios sem tratar dos nossos. Tenho certeza de que a população vai entender, pois estamos fazendo um esforço de dar-lhes o melhor serviço. Mas preciso humanizar o policial para que ele se torne mais humano. Se eu trato meu policial como lixo ele vai se comportar como lixo. (grifo nosso)
*Especial para o Blog Repórter de Crime
Foto: Fernando Quevedo/ Agência O GLOBO
Veja na integra: Blog Reporter de Crime
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PM teve um surto de desespero nessa quinta-feira(17) no centro do Rio de janeiro. Ele estava desesperado pois tem uma filha doente e recebe cerca de R$350,00 por mês, devido aos descontos das parcelas de empréstimos bancários. Ele veio do seu batalhão até a Cinelândia pelo meio da Av Rio Branco, interrompendo todo o tráfego, estava fardado e desarmado, totalmente desesperado, e dizia toda hora que a culpa disso era do governador Sérgio Cabral que nos paga um salário miserável, R$ 900,00 a um PM em início de carreira.Foi uma luta para segurar o PM,pois era muito forte.Fonte: militar legal
Comentário: Amigos que abursdo! Faço um apelo aos políticos sérios desse País: “Trabalhem para que os PMs e BMs tenham uma remuneração justa!”
Meu Deus. Olhe, a bomba relógio que os governadores estão criando. Que esses mesmo governadores não esqueçam que a segurança deles também depende dos policiais militares.
Embora torcendo para que coisas piores não aconteçam, enquanto não acoantecer uma “merda” bem grande os caras não vão observar a gravidade do aproblema.
Sou solaidário ao companheiro. Infelizmente, esse não é o único caso no Brasil, talvez seja um dos poucos divulgados.
Há um dado que gostaria de confirmar a tempo mas, não foi possível, mas, uma fonte me passou que nos ultimos anos no Piauí o número de suicidios na PM é maior do que os mortos em combate. (lembro que não é dado oficial apesar da fonte ser influente)
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Ele diz que se infiltrou na organização a pedido do comando da Polícia Militar do Piauí. Fonte e foto: Portal Costa Norte – Daniel Santos

A prisão do sargento Edward Calixto Hardy Madeira na quarta-feira dia 08 de julho pela Polícia Federal, acusado de envolvimento com a quadrilha de Zé Maria Cobra, tem agora um novo desdobramento. Numa entrevista exclusiva ao Portal Costa Norte nesta sexta-feira o sargento revelou que estava infiltrado naquela organização realizando um trabalho do Serviço Reservado da Polícia Militar do Piauí e conforme comprova um relatório do chefe da Segunda Seção do 2º BPM, o primeiro tenente Valdeci Barros Galeno ao subcomandante major Denílson Gomes da Silva.
Pelo relatório, Valdeci Barros Galeno informava ao comandante Sidney Pires Cardoso era informado da natureza da operação que incluía o sargento Edward Calixto, do Serviço de Inteligência que realizava um trabalho de monitoramento de uma das facções criminosas envolvidas com o tráfico de drogas.
A versão do sargento Calixto é que sua prisão se deu porque o subcomandante Denílson não comunicou ao comandante do 2º Batalhão e a Polícia Federal sobre este procedimento do Serviço de Inteligência como consta no relatório da chefia da Segunda Seção e encaminhado ao subcomandante major Denílson.
Marcos Vinicius e Higima Aguiar, advogados da associação de cabos e soldados, o primeiro de Teresina e a segunda, de Parnaíba, dizem que pretendem provar a inocência de seu cliente.
Comentário Equipe Soldadopi.
Foi surpresa a prisão do sargento Edward. Não conhecemos o referido militar com envolvimento com bandidos. Não vamos fazer juizo. Esperamos e torcemos para o sargento provar sua inocência. No entanto, não vamos tapar o sol com a peneira.
Quando surgiu a informação que um sargento fora preso por envolvimento com o “cobra” de imediato veio a nossa mente duas criaturas ‘acolá’ mas, nunca o Edward. Trata-se de dois individuos que os companheiros torcem para que não sejam escalados na companhia deles. Se são doentes que sejam encaminhados para tratamento, se não…
A Policia Federal está de parabens! Agora, compartilhamos do mesmo pensamento do Delegado para que o Estado tome de conta das áreas que foram tirados os traficantes, senão outros tomarão de conta.
E, torcemos para que o Sargento Edward prove sua inocência. Porque sempre tivemos o referido policial como um profissional exemplar, que sempre gostou da profissão, e que estava sempre a disposição da Corporação.
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Policiais aprovam aumento e cantam hino da corporação
Capitão Samuel esclarece dúvidas da nova tabela salarialCoronel – R$ 9.539,71 (soldo) mais periculosidiade: R$ 12.401,62
Ten. Coronel – R$ 8.295,40 (soldo) mais periculosidade: R$ 10.784,02
Major – R$ 7.604,12 (soldo) mais periculosidade: R$ 9.885,35
Capitão – R$ 6.615,15 (soldo) mais periculosidade: R$ 8.599,70
1º Tenente – R$ 5.512,63 (soldo) mais periculosidade: R$ 7.166,41
2º Tenente – R$ 4.410,10 (soldo) mais periculosidade: R$ 5.733,13
Aspirante – R$ 4.240,48 (soldo) mais periculosidade: R$ 5.512,63
Subtenente – R$ 3.687,37 (soldo) mais periculosidade: R$ 4.793,59
1º Sargento – R$ 3.511,79 (soldo) mais periculosidade: R$ 4.566,32
2º Sargento – R$ 3.080,51 (soldo) mais periculosidade: R$ 4.004,67
3º Sargento – R$ 2.702,21 (soldo) mais periculosidade: R$ 3.512,87
Cabo – R$ 2.456,55 (soldo) mais periculosidade: R$ 3.193,52
Soldado de 1ª Classe: R$ 2.317,50 (soldo) mais periculosidade: R$ 3.012,75
Soldado engajado – R$ 2.250,00 (soldo) mais periculosidade: R$ 2.925,00
Soldado não engajado – R$ 1.875,00 (soldo) mais periculosidade: R$ 2.437,50
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Briga Salarial de 2007 Resulta em 2 Expulsões (MT)
A Polícia Militar excluiu da corporação 2 policiais por participação no movimento por reajuste salarial de praças (cabos, soldados e sargentos) realizado em 20 de abril de 2007. A justificativa é de que eles descumpriram o Código Militar quanto à disciplina, porque participaram do protesto no 1º Batalhão da Polícia Militar, provocando danos ao patrimônio público e desrespeitando os oficiais da corporação. A ação, organizada pelas mulheres da Associação das Famílias Milicianas, ocorreu durante as discussões que culminaram com a aprovação da reivindicação, pela Assembleia Legislativa, apenas dos oficiais.
Os excluídos são o soldado Elias Ribeiro da Silva, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), e Rinaldo Luiz Siqueira Campos. Os nomes já foram publicados no Diário Oficial. Conforme o corregedor da PM, coronel Jorge Catarino, as atitudes de ambos foram consideradas “intoleráveis” pelo Conselho de Disciplina e, além do procedimento administrativo interno, eles também respondem criminalmente na Justiça Militar.
Entre as irregularidades cometidas está o fato de murcharem pneus de viaturas e promoverem o aquartelamento de policiais no batalhão. Conforme Catarino, esta é a primeira decisão neste sentido e ainda há outros processos envolvendo praças. “Tem alguns que na época tiveram menor participação e, por isso, não serão excluídos”.
Ele garante que a exclusão não significa represália aos atos dos praças.
Por outro lado, as mulheres da Associação das Famílias Milicianas da Baixada Cuiabana se mostram revoltadas com a exclusão dos policiais. O soldado Elias, por exemplo, teria auxiliado na segurança do trânsito apenas para a caminhada da AL até o batalhão.
Elas negam ações de vandalismo e avaliam a existência de perseguição do Comando Geral. Apontam que a maioria dos ex-PMs são servidores antigos e trabalhadores. Veranei Nogueira, que na época presidia a associação, nega que os policiais tenham sido impedidos de sair para as ruas e afirma que não há provas contra os excluídos. “Isso é abuso de autoridade porque estão excluindo trabalhadores e deixando bandidos trabalhando lá. Fomos nós que organizamos o movimento e em momento algum eles puxaram armas para ninguém”. FONTE: Ana Paula Bortoloni/Da Redação Jornal A Gazeta (Manchete) circuitomatogrosso
Comentário Equipe Soldadopi.
No Brasil é assim. Os que tem direito de greve são os que melhor ganham. Os PMs no Brasil tem os piores salários e são proibidos de grevar. O Estado obriga o PM a se revoltar.
Imagine aí: um cidadão faz um concurso público, exerce suas atividades decentemente, e pelo fato de reivindicar melhorias salariais é expulso. IMAGINE mais ainda: Esse cidadão é um Policial Militar, ou seja, tem habilidades que estando do lado dos BANDIDOS se torna um perigo ainda maior.
O ESTADO expulsa covardemente esse profissional por estar cansado das injustiças e reivindica melhorias. Aí, Deus os defendam, o tráfico recuta esses homens. Imagine!
Vamos PARAR coam essa FRESCURA! Deveriam EXPULSAR os bandidos que superfaturam contratos! Os “CASCA-DE-JACA” sempre tiveram MEDO dos POLICIAIS ESCLARECIDOS.
COMPANHEIROS! Não desistam! Os senhores retornarão! Este BLOG é solidário aos companheiros expulsos COVARDEMENTE da PMMT.