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PEC? Adiada mais uma vez…

9 de março de 2010
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Decisão sobre votação de PECs ficou para amanhã

O presidente Michel Temer comunicou ao Plenário, há pouco, que os líderes voltarão a se reunir amanhã às 14 horas. Eles deverão decidir se o Plenário deixará ou não de votar todas as propostas de emenda à Constituição (PECs). Há uma perspectiva de deixar de votar as PECs para evitar que, neste ano de campanhas políticas, a Constituição seja mudada por motivos eleitorais.

Se a suspensão da análise de todas as PECs não prevalecer, Temer vai submeter cada PEC à análise das lideranças, que então dirão se concordam ou não em trazer cada uma a votação. A PEC irá ao Plenário se prevalecer o “sim” entre os líderes.

O presidente informou também que, a partir de agora, só o líder titular poderá assinar pedido de urgênciaRegime de tramitação que dispensa prazos ou formalidades regimentais para que determinada proposição seja votada rapidamente. Nesse regime, os projetos tramitam simultaneamente nas comissões - e não em uma cada de vez, como na tramitação normal. Esse regime está previsto no Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que prevê a necessidade de aprovação, pelo Plenário, de requerimento apresentado por um terço dos integrantes da Câmara ou por líderes que representem esse número. Também podem pedir a urgência na tramitação de uma proposta dois terços dos integrantes de uma das comissões que a avaliarão. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais. para a tramitação de uma matéria. O requerimento deverá ser votado no mesmo dia da assinatura, ou no dia seguinte.

Além disso, os líderes se comprometeram a consultar as suas bancadas antes das 14 horas de amanhã, e a levar a decisão à reunião.

Fonte: camara.gov.br



Deputado demonstra indignação

9 de março de 2010
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Deputado Capitão Assumção demonstra indignação contra manobra feita pelo partido do Governo na tentativa de boicotar a PEC 300. Segundo ele, de nada adiantará tais ações serem feitas pois agora todos os policiais e bombeiros militares do país já se encontram mobilizados e não irão esmorecer perante as dificuldades, disse ainda que novas caravanas serão organizadas nos estado com destino à Capital Federal para que se cumpra o que foi votado na terça-feira última (2).

Fonte: Blog do Capitão Assunção



PEC 300: primeira batalha vencida

3 de março de 2010
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Novo piso vale para todos os policiais do país

Texto-base aprovado pela Câmara inclui policiais civis entre beneficiários da PEC 300 e retira vinculação a salários do DF

Renata Camargo

A proposta de emenda à Constituição (PEC 300/08) que institui o piso salarial nacional para os policiais e bombeiros militares foi alterada pelo Plenário da Câmara para contemplar os policiais civis. O texto-base, aprovado ontem (2) pelos deputados, sofreu outras modificações em relação à proposta encaminhada pela comissão especial que analisou o mérito da PEC 300. As mudanças fazem parte de um acordo costurado pelo presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), com parlamentares ligados aos militares.

A emenda aglutinativa oferecida à PEC 300 retirou o artigo que vincula o piso salarial à remuneração recebida pela categoria no Distrito Federal (o maior salário do país). Também foram excluídos os valores de R$ 4,5 mil e R$ 9 mil, definidos como salário inicial para praças e oficiais, respectivamente.

Pela proposta aprovada por 393 deputados, o piso salarial provisório será de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil, respectivamente. Esses valores permanecem até que seja aprovada uma lei federal que regulamente o piso e o índice de revisão anual. A implementação do piso será gradual e terá início 180 dias após a promulgação da emenda. Os deputados podem votar, ainda hoje, os cinco destaques que restam para concluir, em primeiro turno, a votação da PEC 300.

Confira a íntegra do texto-base da PEC 300 e veja, abaixo, o caminho que a proposta terá de seguir até a promulgação:

“EMENDA AGLUTINATIVA SUBSTITUTIVA GLOBAL (OFERECIDA À PEC Nº 300/2008)

(Com base no Substitutivo adotado pela Comissão Especial para a PEC n. 300/08 e no art. 144 da Constituição Federal (art. 1º) da Proposta de Emenda à Constituição n. 446/2009 e do art. 97 da Constituição Federal (art. 2º) da Proposta de Emenda à Constituição nº 446/2009)

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:

Institui o piso salarial para os servidores policiais.

Art. 1º O art. 144 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 144. …………………………………………………………………………………………………………………. ………………………………………………………………………………………………………………………………..

§ 9º A remuneração dos servidores ativos, inativos e pensionistas integrantes dos órgãos relacionados nos incisos IV e V do caput deste artigo será fixada na forma do § 4º do art. 39, observado por piso remuneratório definido em lei federal.

§ 10. O pagamento da remuneração de que trata o § 9º deste artigo será complementado pela União na forma da lei.

§11. A lei que regulamentar o piso remuneratório previsto no § 9º deste artigo disciplinará a composição e o funcionamento do fundo contábil instituído para esse fim, inclusive no tocante ao prazo de sua duração, a ser formado com base em percentual das receitas tributárias federais, observando-se o disposto no art. 21, XIV.” (NR)

Art. 2º O Ato das Disposições Constitucionais Transitórias passa a vigorar acrescido do seguinte art. 97:

“Art. 97. A implementação do previsto nos §§ 9º a 11 do art. 144 da Constituição será gradual, observada a prioridade estabelecida em ato do chefe do Poder Executivo Federal, e terá início no máximo em cento e oitenta dias, contados da promulgação da Emenda Constitucional que promoveu o acréscimo deste artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

Parágrafo único. Até que a lei federal institua o piso nacional previsto no § 9º do art. 144 desta Constituição e o índice de revisão anual, o valor para o menor cargo ou graduação será de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) e de R$ 7.000,00 (sete mil reais) para o menor posto.” (NR)

Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.”

Longo caminho

Além da resistência dos governos federal e estaduais, a proposta enfrentará um longo caminho de tramitação até virar lei. A Câmara precisa examinar cinco destaques para concluir a votação em primeiro turno. O texto tem de ser aprovado em segundo turno, também com o apoio de mais de três quintos (308) dos deputados, antes de ser encaminhado aos senadores.

No Senado, a proposta deve ser examinada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de seguir para o plenário. Para virar lei, terá de ser aprovada por 49 dos 81 senadores em dois turnos de votação. Caso seja alterado pelo Senado, o texto voltará para nova apreciação na Câmara.

- Wellington A. Oliveira - Colaborador



Segurança pública: jornada não superior a 44 horas

25 de fevereiro de 2010
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Escravidão? Basta! Militar é ser humano.

O Ministério Público do DF, deu parecer baseado nos direitos sociais previstos no artigo 7, inciso XIII da Constituição Federal - “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais …”,- alcança também a todos os policiais militares. O relator do processo foi desembargador Mário-Zam Belmiro Rosa. A interpretação do MP é uma vitória para todos os policiais e bombeiros militares do Brasil. Dessa forma, fica garantido o direito de trabalhar, no máximo, 44 horas semanais. Atualmente diversos PMs trabalham na escala de 24X72, o que corresponde a 48 horas semanais.  Tem comandantes de unidades a exemplo da Cia/Ind de Marechal e Paripueira em que o PM trabalha 12×24 totalizando 60 horas semanais, tirando ainda escala extra, ou seja, o policial militar não tem mais os direitos sociais previstos na constituição federal, estão querendo escravizar os soldados, cabos e sargentos em Alagoas, só o Governador não vê o que está acontecendo com a tropa.

O Batalhão de Choque ultrapassa todas as outras unidades em relação à carga horária imposta aos militares, chegam a tira até 75 horas semanais, isso é desumano. Recentemente aconteceu um fato envolvendo policiais do BOPE, no evento pescinhas de Maceió (evento particular com fins lucrativos). Tenho a certeza que tal fato ocorreu devido ao alto-stress dos profissionais do BOPE, motivados inclusive pela excessiva carga horária que enfrentam hoje. Esses policiais não deveriam estar tirando tal serviço, até porque trabalham em unidade de Operações Especiais. Mas quem vai pagar por todos os erros? Com certeza os PRAÇAS!

A ASSMAL vai pedir ao Ministerio Público que faça um ajuste de conduta disciplinando os horários nas instituições militares. Já que não há norma reguladora, que faça valer a constituição federal e que seja apurado todos os abusos cometidos contra os praças.

Alguma coisa precisa ser feita em relação ao trabalho escravo realizado pelos policiais militares em todo Brasil. Em um momento em que se discute segurança pública e o resgate da dignidade para o policial e bombeiro (PEC300) não se aceita mais escalas que não estão em consonância com a legislação vigente, até mesmo porque trabalhamos mais de 12 horas seguidas. Cadê a OAB/AL, Direitos Humanos e a Policia Cidadã do Brasil?

40 horas Semanais JÁ! (escala de 12 x 48 ou 8 x 32)

Policial militar você é um homem livre, portanto questione acerca da previsão legal para você trabalhar neste ou naquele evento. Se não houver resposta legalmente fundamentada, vá até o ministério público, e se informe sobre seus direitos e quais providências devem ser tomadas.

Seja profissional e não escravo.

Associação dos Subtenentes e Sargentos de regina lucia campos da silva santos fonte: jusmilitar

Comentário:

Na verdade gostaria de fazer um comparativo me referindo ao confronto entre policiais civis e militares em Teresina.

Policiais Militares do Piauí. A PMPI tem 174 anos e ainda não temos nossa jornada de trabalho definida; somos escalados pra futebol, não recebemos por hora-extra trabalhada, nosso auxílio alimentação é o menor entre as outras categorias, enfim…

Enquanto isso, amigos, os policiais civis estão conquistando com inteligência seus direitos. Aí, o governo coloca extamente a categoria mais esquecida por ele - os militares - pra fazer o jogo sujo. O QUE FOI QUE OS POLICIAIS GANHARAM COM ISSO?



Piauí: Policiais militares e civis

24 de fevereiro de 2010
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Acompanhamos bastante preocupados os ultimos acontecimentos a cerca do confronto entre policiais militares e civis em Teresina.

Lendo até uns comentários deixados neste blog e ‘teclando’ com alguns companheiros pudemos ver que todos ficaram espantados e atribuem a violencia entre as policias a omissão do governo.

O governo do Piauí não valoriza os seus profissionais da segurança pública. Ano passado os policiais militares receberam de aumento menos de 50 reais. Para este ano o previsto para a categoria também é cerca de 50 reais. E, tenho certeza que a maioria dos policiais militares gostariam de estar do lado dos policiais civis neste batalha também.

O secretario de segurança disse que horas antes do confronto lideranças do sindicato teriam feito supostas ameaças via rádio. Nós não acreditamos nisso. E, vamos ainda mais longe, com a imaginação fértil do secretario quem garante que foram realmente sindicalistas que teriam feito essas ameaças sei não…

Infelizmente, a estratégia do secretário falhou. E, numa entrevista a um canal de TV local, o mesmo secretário deixou bastante claro que “se a força nacional tivesse chegado 48 horas antes este confronto não teria ocorrido.” “… e que a força nacional só viria com a assinatura do governador.” Ou seja, já tirando o dele da reta.

Gostariamos de dizer aos amigos policiais civis que nós policiais militares lamentamos muito o ocorrido. Tenho certeza que se fosse pela vontade de cada um PM nem lá no IML pisavam. Mas, infelizmente, manda quem pode obedece quem tem juizo. Esse ocorrido só agrava ainda mais o relacionamento entre as duas polícias que já não era dos melhores…

Acreditamos ser legítima as reivindicações dos Policiais Civis. E, infelizmente mais uma vez os policiais militares se queimaram perante a sociedade com esse episódio. Toda vez que ocorre confronto entre trabalhadores e Estado é sempre a polícia militar que sai QUEIMADA. Lembramos que a PM foi pra lá porque foi mandada. É por isso que a gente ganha mal…

Com quem será o próximo confronto? Com o pessoal da saúde?

Veja sinpolpi.com.br



Piauí: confronto entre policiais civis e militares

23 de fevereiro de 2010
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Confronto entre civis e militares aconteceu por volta do 12h desta terça. Três foram baleados. fonte: cidadeverde.com

A Polícia Militar e a Polícia Civil entraram em confronto em frente ao Instituto Médico Legal durante a manifestação dos agentes grevistas por volta do meio-dia desta terça. Tiros foram disparados e pelo menos dois policiais foram atingidos por balas: o agente da Cico Domingos de Sávio  Costa Sales, 41 anos, que recebeu um tiro no pé esquerdo e José Ferreira da Silva, 53 anos, alvejado na mão esquerda.

Fotos: Yala Sena/Cidadeverde.com

O sindicato dos policiais civis afirmam que um terceiro agente, o auxiliar de necrotério do IML, Araújo também ficou ferido.

Atualizado às 13h45
Os promotores definiram que às 15h irão uma reunião se reunir com o Sindicato dos Policiais Civis.

O promotor Fernando Santos afirmou que já tem um nome de um policial militar que teria sido autor dos disparos que atingiram os agentes e que também recolheu os cartuchos dos projéteis para averiguação.

Atualizada às 13h40
O presidente do Sinpolpi, Cristiano Ribeiro, rebateu as afirmativas do secretário. “São lamentáveis estas declarações. Estávamos entrando em um acordo intermediado pela OAB. O governador iria nos receber. Mas no domingo pela manhà fomos recebidos pela PM no IML como se fossemos bandidos”.

Ribeiro afirmou ainda que um exame de balística poderá definir se os projéteis utilizados são mesmo de armas de borracha ou pistolas .40, como afirmam os policiais civis.

Comentário:

aconteceu o que não queriamos mas, já era previsto. É essa a politica de segurança pública do Piauí. Estão espalhando boados em relação a supostas ameaças que os civis estariam fazendo via rádio pra justificar o confronto. Simplesmente vergonhoso!



Piauí: secretario manda PM reprimir movimento grevista

22 de fevereiro de 2010

Cerca de 40 policiais militares interditaram acessos ao IML de Teresina. Veja matéria na integra Portal AZ.

Comentário:

Quem não lembra daquele confronto em São Paulo entre policiais civis e militares? Pois é… Tá pra acontecer no Piauí. Policiais Militares foram mandados para frente do IML como uma forma de repressão a mando do secretário de segurança Robert Rios, segundo os próprios oficiais da PM enfatizavam em entrevistas até deixando transparecer que embora obedecendo ordens não concordavam com aquilo.

Esta na verdade é a política de segurança do Piauí: colocar os que ganham pouco pra confrontar com os que podem reclamar e ganhar mais.

Torcemos para que não haja confronto nenhum mas, é de uma grande irresponsabilidade colocar duas forças armadas - policiais estaduais - pra medir forças.

Foi divulgado na imprensa local que a força nacional teria sido chamada. Ora… o próprio secretário disse que a Policia Civil não fazia tanta falta… E, porque esse secretário não chama a força nacional pra combater o tráfico de drogas em nosso Estado? Ou será que o secretário acha que os policiais civis são mais perigosos?

Acho legítimo as reivindicações dos Policiais Civis no Piauí. Peço aos companheiros que evitem o confronto. E aos amigos Policiais Militares que não se deixem manipular pelo secretário porque os vocês sabem que só sobra para o mais fraco. Porque o próprio secretário não se fez presente lá na avenida?

(ALEPI - julho/2009) reivindicação salarial: lado a lado PMs e Civis)

Amigos, é assim que a gente deve estar!

Veja vídeo - Capitão Evandro rebate acusações de robert rios




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