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Segurança Pública: falta de treinamento e cultura atrasada

29 de julho de 2010
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Falta de treinamento e cultura atrasada estão por trás de erros policiais, dizem especialistas

Arthur Guimarães
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Os escândalos recentes de abusos e distorções da prática policial apresentam como pano de fundo a falta de treinamento e uma mentalidade atrasada das corporações, segundo especialistas ouvidos pelo UOL Notícias.

Desde a morte de Wesley Rodrigues com uma bala perdida dentro de uma escola no Rio de Janeiro no dia 16, passando pela possível corrupção e omissão no atendimento da ocorrência do filho de Cissa Guimarães e terminando no assassinato de uma criança em uma blitz desastrosa no Ceará neste final de semana, todas as tragédias teriam relação com a falta de capacitação profissional dos envolvidos –e com uma cultura retrógrada presente nas organizações policiais.

Denis Mizne, diretor do Instituto Sou da Paz, argumenta que, em termos gerais, faltam não apenas maior carga horária nos cursos de formação de policiais, como também uma mudança no currículos. “Estão treinando o policial para quê? Ainda tem muito pouca coisa focada na prevenção do crime. Todas as polícias dizem que o grosso do atendimento são de pequenos conflitos, mas não há formação nesse sentido. Poucos aprendem a ser articuladores, mediadores, capazes de lidar com situações corriqueiras tensas que começam pequenas e acabam virando problemões”, diz.

Segundo ele, além dessa discrepância de objetivos, os treinamentos são conhecidos pelo curto tempo de duração. “Tem polícia que forma policial em três meses. É o que o pessoal chama de policial ‘miojo’, quase instantâneo”, afirma Mizne. “A decisão mais importante sempre é tomada pelo policial que está na rua, na ponta do sistema. E é nessa pessoa que precisa ser investido. Não podemos mais ter a cultura do ‘soldadinho’, do ‘praça’, que funciona apenas para engordar tropas e não merece preparo”, critica.

Mizne cita ainda outros agravantes para essa situação. “Existe a mensagem que é passada por todos. É o recado dado pelas autoridades de que temos que enfrentar os bandidos, dar tiro para mostrar serviço. Além disso, existe também a falta de controle interno das corporações. O caso do filho da Cissa é típico: será que só esse caso de corrupção aconteceu no Rio? Por que só esse teve tantas reuniões do alto comando? A mensagem que estão passando não é ‘não receba propina’ mas ‘não receba propina em casos com gente famosa, que isso pode nos prejudicar’.”

Ignácio Cano, professor de Ciências Sociais da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e membro do Laboratório de Análise da Violência, também afirma que faltam condições melhores para os cursos de formação de policiais. “O treinamento é deficiente. Normalmente, no Brasil, são apenas seis meses, quando o ideal seriam anos. Defendo até que seja exigido o terceiro grau para entrar na tropa, já que os requisitos são muito, muito baixos para se entrar nas corporações”, diz.

Cano também critica a falta de estrutura para colocar em prática os conhecimentos aprendidos nas academias de polícia. “Há uma cultura da repressão violenta e de controle social da camada menos favorecida de forma violenta. Isso tem que mudar. E faltam equipamentos não-letais no cotidiano das ruas, que são fundamentais para diminuir essas mortes”, explica.

Caso a caso
Severo Augusto, coronel da reserva e ex-chefe do Estado Maior da Polícia Militar de Minas Gerais, engrossa o coro dos que acreditam que falta treinamento para os soldados, cabos e tenentes que estão na ativa. “O problema número 1 é a falta de capacitação profissional e a desvalorização da categoria. Nossa profissão não é atrativa, os salários são baixos e os riscos altos, então infelizmente muitas vezes ela não atrai as pessoas com boa formação básica, equilíbrio emocional e psicológico, uma personalidade de caráter sólida”, diz ele, que faz parte do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Augusto exemplifica a falta de instrução nos três casos recentes, de grande repercussão na imprensa. “No Ceará, é inadmissível que se use uma arma de fogo em uma situação daquelas (em uma blitz). Eu só posso atirar em três casos: legítima defesa, legítima defesa de terceiros e no estrito cumprimento de função legal, que seria um soldado que faz execuções. Só”, afirma.

O coronel explica que, em cursos de treinamento, devem ser ensinadas formas de reduzir o número de veículos que “furam” um bloqueio policial. “Com uma montagem correta das barreiras, incentivando o motorista a fazer um zig-zague, ele não consegue passar rapidamente, diminuindo a chance desse problema. Além disso, pode-se posicionar duas viaturas após a blitz, para ir atrás de um fugitivo, mas também nunca atirando. O que fizeram, me desculpe, não estava certo”, analisa.

Sobre a morte do aluno dentro de uma escola durante operação policial no Rio de Janeiro, o coronel também é enfático. “Isso precisa ser ensinado: o policial está na rua para gerar segurança, e não ao contrário. Quando eu organizo uma operação dessas, eu tenho que reduzir riscos. Se eu faço algo que gera mais riscos, gero insegurança, intranquilidade, mesmo se o tiro tiver sido dado pelos bandidos”, diz. “Tenho que buscar informações e planejar melhor, mudar o horário, quando as pessoas estão dormindo, por exemplo. Ou ir para outro método, pois está claro que certas investidas não estão surtindo o efeito desejado.”

Para finalizar, o especialista cita outro conhecimento que deveria ser trabalhado na academia de polícia e que poderia evitar situações como as vistas no dia do atropelamento do filho de Cissa Guimarães. “Tem que ficar muito claro para os policiais que sua função é a prevenção da criminalidade. Nunca se pode fazer um pacto com quem transgride. O maior motor da violência é a impunidade. E se você está promovendo a impunidade vira um propagador da criminalidade. Temos que mudar esse conceito, e isso tem de ser feito desde cedo.” FONTE: uol noticias

Comentário soldadopi:  Mais uma vez o patinho feio da segurança pública está em evidência – a Polícia Militar. Vejo os “especialistas” falarem. Até começam falando algo interessante mas, no final a gente persegue que são palavras de pessoas que vivem nos “birôs”,em cadeiras confortáveis…  O Estado sempre olhou de forma discriminatória as Policias Militares. Os investimentos são sempre escassos. Logo porque também a sociedade quer o policial nas ruas mas, nunca se preocupou em que condições esse policial está para oferecer segurança. O papel do cidadão não é só pagar imposto não. Ano passado discutimos a segurança pública na 1ª CONSEG. O que foi, um ano depois, que mudou na segurança pública? Falou-se de jornada de trabalho, falou-se em melhorias nas condições de trabalho, falou-se em remuneração, em ações sociais, em prevenção da violência e criminalidade… O que temos de novo depois de um ano? Os governos continuam deixando o policial vulnerável a corrupção, escravisando o profissional, treinando mal… Por falar em treinamento…: Aqui no Piauí já se usou bastante alunos do CFSd em serviço nas ruas pra fazer número com pretexto de ‘estágio’, na CAPINA dos quartéis, CONSERTANDO teto, consertando instalção elétrica… Só que os quartéis recebem dinheiro pra manutenção mas, usam os alunos – o dinheiro tá indo pra onde? Então, os governos sabem disso. No geral, enquanto um policial militar estiver tentando fazer, ou cobrir, o serviço de três o Estado tá nem aí.

Valorização profissional, melhorias nas condiçõesde trabalho, jornada de trabalho adequada e humana, capacitação profissional, remuneração digna, proteção do profissional contra falsas acusações e penalidade mais severa para quem cometer crime contra profissionais da segurança pública são algumas das reivindicações que há anos os profissionais fazem e até o momento não se tem um retorno na prática.

Pra finalizar, o problema começa e termina com o Estado. Os governos são os principais responsáveis. 



PM dançarino quer ser deputado federal

26 de julho de 2010
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Após fama dançando a “periquita”, Queiroz quer mudar história da PM

Quem diria que uma brincadeira descontraída, uns passos de dança de uma música desconhecida daria popularidade nacional à alguém? Pois, é. Só que era um policial militar fardado e em hora de serviço. Por isso, as imagens do vídeo no Youtube foram vistas por mais de um milhão de pessoas, virou matéria do Fantástico da Rede Globo e rendeu muitos fãs, mas também quase terminou com a demissão do dançarino, das fileiras da corporação.

Essa é a história do soldado Queiroz, paulistano de 41 anos, dos quais 22 anos dedicados a corporação. Atualmente trabalha no 9º Batalhão (Zona norte da Capital de São Paulo) e está afastado para concorrer a uma cadeira na Câmara Federal.

“Muita gente veio falar que eu deveria ser candidato, mas demorei para decidir porque trata- se de um assunto muito sério”, diz sobre sua nova empreitada na política.

Conhecido por ser uma pessoa descontraída e bem-humorada, Queiroz fica sisudo quando fala de seu objetivo como deputado federal. “Apesar da nossa PM ter o maior efetivo do país, não temos nenhum líder. Tanto é verdade que na passeata da PEC 300 ocorrida em São Paulo dava pra contar meia dúzia de gatos pingados e, ainda assim, eram pessoas com interesses pessoais”.

Sobre os projetos, Queiroz disse que está ouvindo sugestões de seus companheiros policiais e a coordenação da sua campanha está anotando todas, contudo, ainda não irá apresentar propostas por enquanto: “Todos os candidatos já esgotaram o assunto, eu também proporia as mesmas coisas. Se eu for eleito, a minha equipe irá buscar as principais e urgentes reivindicações e vamos começar por elas”, afirma Queiroz, garantindo que com ele a história da Polícia Militar vai mudar. “Nós temos algumas tradições maléficas à tropa, alguns vícios que transformam os praças em subjugados, subservientes e isso nós vamos mudar. Essa sim, é a minha principal promessa de campanha. A valorização do policial, primeiro como ser humano e depois como profissional”.

A campanha do “Queiroz Periquita – Deputado Federal 2042”, é assim que vai aparecer seu nome na urna, poderá ser acompanhada pelo seu blog (www.soldadoqueiroz.blogspot.com), onde também ele dá a sua própria versão sobre como aconteceu a famosa “dança da periquita”.

Se depender de inspiração, o soldado Queiroz tem tudo para ser bem sucedido, pois é admirador de dois grandes líderes: Martin Luther King e Nelson Mandela. Se ele tiver a determinação e a oratória do primeiro e a paciência e o dom de perdoar do segundo, o Brasil irá conhecer um grande político. Sorte da Polícia Militar e dos paulistas.

Matéria sugerida pelo leitor Arnaud Palácios, com informações do Blog do Soldado Queiroz - Blog Sd Glaucia



Parnaíba: copom sem 190

23 de julho de 2010

Desde o dia de ontem o número de emergência 190 está sem funcionamento em Parnaíba. Não sabemos o motivo. Até o momento ninguem veio aos meios de comunicação dar alguma informação a respeito.

O rádio do copom encontra-se com problemas não fazendo a cobertura em toda a cidade.

Comentário: Segundo informação não confirmada o problema telefônico seria falta de pagamento. O problema do rádio é velho. É um rádio frágil que qualquer pessoa entra na frequencia. Segundo informações, o rádio motorola do copom foi retirado de uma viatura.

A gente fica indignado que um batalhão com alguns problemas interessantes pra se resolver ainda tem gente que persegue os praças, até MENTE , mede forças inclusive com seus PARES, ainda chateia dizendo que ’segura a peteca’…

Lembro ainda que temos amigos que falam e muito bem do atual comandante do batalhão de Parnaíba. Que tem conseguido a admiração e o apoio dos demais policiais, mas que teria auxiliares que causam transtornos não só com praças mas, também, entre os oficiais (apure as alegações desse cidadão senhor comandante).

Usando quase que as mesmas palavras daquele cidadão filósofo queria dizer: “Quando o gato sai o RATO faz a festa.” Ou, “Quando a onça sai o veado pula e escaramuça”.



Parnaíba: reclamações

20 de julho de 2010
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Fomos solicitados a nos manifestar a respeito de um pequeno problema em Parnaíba. Na verdade, recebemos três e-mails de leitores que nos relataram que o comandante e subcomandante daquela unidade teria viajado a serviço e ficou então o comando nas mãos de um capitão que mandou as viaturas para oficina para que fossem desligados os aparelhos de ar-condicionado das viaturas. Não sabemos de quem teria partido a ordem.

Este capitão, só pra efeito de informação, é o mesmo que foi citado naquele processo de assédio sexual na APMPI Academia de Policia Militar do Piauí. O mesmo que gosta de usar a expressão: “Isso aqui mais parece casa de rapariga comandada por viado”. (perdoem as expressões)

Fomos informados também que o próprio comandante da unidade falou a tropa que poderia sim utilizar o arcondicionado das viaturas logo porque assim o Estado adiquiriu.

Essas viaturas foram entregues ao batalhão no mês passado. Trata-se de Blazer a gasolina.

Será que o profissional que trabalha 24 numa viatura não pode utilizar o ar-condicionado? Que mesquinharia é essa? Qual a explicação lógica? O consumo? Pois que o Estado tivesse adiquirido carros a diesel. Tudo isso é no mínimo uma falta de consideração. Além do mais todas as outras secretarias e órgãos do Estado tem veículos com AR e utilizam. Porque a discriminação com o policial militar? OU ISSO É ALGUM TIPO DE PERSEGUIÇÃO?

É MESQUINHARIA MESMO! Eu não acredito que isso tenha partido do comando do batalhão logo porque a tropa tem gabado bastante o mesmo por ser um oficial de frente, e tem tentado ser justo nas suas decisões. Acreditamos que essa situação se normalize. Se o Estado adiquiriu veículo com AR pois que o profissional possa utiliza-lo.

Vamos pensar em que estão nas ruas. Esses são os verdadeiros policiais militares. Vamos pensar em melhoria nas condições de trabalho.

Se alguem quiser se manifestar contrário: soldadopi@yahoo.com.br



Eleição 2010: Cel Edvaldo Marques

19 de julho de 2010
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O coronel Edvaldo Marques tem andado por Teresina e pelo interior do Piauí buscando apoio da população para sua campanha a deputado estadual. Como profissional da segurança pública por mais de 32 anos, o ex-comandante da Polícia Militar, ex-subsecretário de Segurança, quer elaborar leis, caso seja eleito, para o Estado que assegurem ao cidadão seu direito de ir e vir sem que seja impedido pelos males que afrontam atualmente a sociedade: à violência, por exemplo.

Para combater esse mal que cresce absurdamente em todo o Estado, projetos sociais, principalmente para retirar crianças e jovens das drogas e geração de emprego e renda, serão algumas de suas bandeiras luta.

“Entendo que com mais oportunidades de empregos e renda para os jovens, maiores prejudicados pela droga, poderemos combater a violência, que segundo pesquisas, está nos primeiros lugares na preocupação do piauiense”, declarou Edvaldo Marques.

Como não poderia deixar de ser, o coronel também quer defender e realizar projetos de lei para a classe policial, tanto civil quanto militar e para os bombeiros do Estado, que ainda não possuem representantes na Assembleia com a experiência de batente como Edvaldo Marques.

“Quando fui comandante encaminhei àquela Casa vários projetos de Lei que melhoraram nossa corporação, mas sempre precisávamos fazer lobbys para serem aprovadas. Comigo lá, os policiais militares, civis e os bombeiros terão um apoio com a experiência na pele para representá-los bem e defender suas lutas”, destacou Coronel Edvaldo Marques

Coronel Edvaldo Marques 40190
Social com Segurança
Eu defendo a PEC 300

fonte: meionorte



Parnaíba: a máfia do DPVAT

8 de julho de 2010
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Andreia Lorena Carvalho Nunes Costa e Rogério Nunes da Costa apresentaram-se na Delegacia Regional de Policia Civil em Parnaíba na manhã desta quinta-feira (08) acompanhados de seu advogado, Dr. Celso. Ao todo são seis mandatos de prisão. Quatro ainda estão foragidos.

Andreia e Nunes são casados e atuavam na região de Buriti dos Lopes e cidades vizinhas “arranjando” vítimas para dar entrada no seguro DPVAT, Nunes é Polícia Militar e está preso no 2º Batalhão Major Osmar em Parnaíba, sua esposa está em poder da Polícia Civil. O casal só prestará depoimento na parte da tarde.

De acordo com o delegado Willame Souza, os quatro foragidos são: Luís Uirajá Gaspar Pontes, Maria Márcia Vieira, advogado Faminiano Araújo Machado, ex-presidente da OAB em Parnaíba, e sua irmã Farlhana Araújo Machado. Segundo o delegado Eduardo Ferreira, como as informações foram vazadas na imprensa, a polícia está fazendo o máximo para localizar os foragidos. “Posteriormente mais pedidos de prisão serão feitos à Justiça”, disse Eduardo Ferreira.

O jornalismo do Proparnaiba.com tentou manter contato com o ex-presidente da OAB – Parnaíba, Faminiano Machado, mas seu telefone estava desligado. O advogado Lárcio Nascimento que hoje responde pela OAB em Parnaíba, disse que vai se posicionar sobre o assunto ainda hoje.

Confira entrevistas em vidéo com os delegados Willame Souza e Eduardo Ferreira

Fonte: Samuel Aguiar/proparnaiba

Comentário: A máfia do DPVAT na região norte do Piauí já estava descarada demais. Até pessoas que caiam de cavalo, caiam de árvores recebiam o tal seguro. Tem uma ‘história’ de uma certa cidade onde um escrivão fazia os contatos e num certo dia uma pessoa da seguradora resolver conferir alguns dados e chegando a esta cidade não localizando o endereço procurou uma delegacia e pediu logo informações pro dito escrivão que deu um ‘enrolation’  e tratou de ‘ajudar’ o cidadão que representava a seguradora. Resumindo: não encontrou irregularidade nenhuma.

Eperamos é que a Polícia Federal investigue o caso que é pra justamente não haver dúvida sobre as investigações. Logo porque se especula que não tem só policial militar na parada não. E, se há vazamento de informações agora, o que iremos achar quando da morte de um rapaz no bairro rodoviária?

Além de Parnaíba a mesma ‘máfia’ agia em Luís Correia, Araioses MA, Buriti dos Lopes, Esperantina, Caxingó, Caraúbas,  Cocal, Joaquim Pires…

Polícia Federal no caso!!! 



PEC 300

7 de julho de 2010
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Depois da finalização da votação em primeiro turno da PEC 300 na noite de ontem, temos que concluir a votação no segundo turno. Para isso, entraremos com requerimento de redução de interstício para que não esperemos pelas 5 sessões ordinárias regimentais.
Aprovada em segundo turno, a previsão no Senado é que todas as duas votações ocorram em um único dia.Temos ainda a próxima semana para concluirmos tudo na Câmara e no Senado.
Em seguida, em um ato formal do Congresso Nacional acontecerá a promulgação.
Teremos então o prazo de até 180 dias para que o poder executivo remeta a lei para a Câmara dos Deputados.
A nossa mobilização não deve parar haja vista que o governo deve perceber que o texto a ser construído pelo poder executivo deve ser algo que esteja dentro dos nossos anseios.
Se não tiver de nosso agrado, fatalmente iremos entrar com emendas a essa lei de modo a garantir os nossos direitos: piso satisfatório, inclusão dos aposentados e de pensionistas, etc.
Portanto, mesmo que não tenhamos assegurado no texto constitucional o valor nominal, o governo terá agora a obrigatoriedade de remeter em até 180 dias o que foi retirado da proposta original.
Temporariamente, foram-se os anéis e ficaram os dedos. Tivemos uma grande vitória mas a luta deve continuar para que possamos assegurar em lei federal as nossas garantias. Vamos à luta.
Fonte: Capitão Assumção Deputado Federal



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